DESENVOLVIMENTO AO LONGO DO CICLO DE VIDA - O PORQUÊ DA SUA ORDEM NATURAL
A INFÂNCIA, A VELHICE - A ÂNSIA PELO REJUVENESCIMENTO
SINOPSE: The Curious Case of Benjamin Button
Benjamin Button tem uma característica incomum: nascido com oitenta e poucos anos, ele rejuvenesce a cada dia que passa. Ainda assim, é um homem como qualquer outro, que não pode parar o tempo e precisa percorrer seu caminho, vivendo a sua história ao lado das pessoas que conhece e os lugares que frequenta durante a sua jornada. *1
Palavras-Chave: Infância, velhice, vinculação, sabedoria, sequência, vida, morte, início, fim.
RESUMO:
Na obra de ficção, “The Curious Case of Benjamin Button”, o desenvolvimento ao longo do ciclo de vida passa-se no sentido inverso àquele que naturalmente acontece. Nesta obra assiste-se ao nascimento do velho e à morte do novo. Nascer velho, doente, engelhado, sábio. Seria alguma vez possível? Ao nascermos velhos e doentes resistiríamos? Quem nos poderia cuidar e ensinar?
O Universo e a Via Láctea são imensos, não sabemos se existem outros seres, mas se existem, que fases passam no desenvolvimento ao longo do ciclo de vida? No Planeta Terra, o desenvolvimento do ser humano é como se conhece; nasce-se, vive-se e morre-se. Desde o nascimento à morte as fases são diversas, bem definidas, com um seguimento natural.
O percurso de vida para que o ser humano foi criado tem uma sequência lógica e razão de ser. Muito se passa, muito se observa, muito se sente. Na velhice cada ruga tem uma história e uma sabedoria associada, contudo há um fim anunciado e cada vez mais próximo, mas a ânsia que o ser humano tem de ser eternamente jovem e atraente é sobejamente conhecida. A ciência continua à procura da fórmula do rejuvenescimento mas a possibilidade de a encontrar é ainda incerta.
No desenvolvimento ao longo do ciclo de vida, depois do nascimento, a infância vem em primeiro lugar. Segue-se uma fase conturbada e à procura da própria identidade que é a fase da adolescência e de seguida a estabilidade consolida-se na fase adulta. Por fim passamos a uma fase mais madura, a terceira idade ou velhice. “…o termo “velho” parece se manter e é comumente utilizado para designar pessoas velhas de classes populares, enquanto “idoso”, mais respeitoso, é utilizado para aqueles de camadas médias e superiores”. (Silva, L. 2008 : 163).
Uma das características próprias desta fase é a sabedoria. Adquire-se com o tempo, com a experiência, com a capacidade de resiliência, com os outros, e com os nossos. Para definir este conceito existem várias concepções. “Sensíveis à multidimensionalidade deste conceito, diversos autores desenvolveram conceptualizações de sabedoria em que as dimensões cognitivas e afectivas se encontram integradas” (Marchand, H. 2001 : 148). “A dimensão transcendental da sabedoria, (isto é, o interesse pelo auto-conhecimento, pela busca do sentido de vida, pelo desenvolvimento da espiritualidade), embora seja referenciada em algumas conceptualizações (cf. Kramer, 1990; Holliday & Chandler, 1990), tem sido até agora, pouco estudada” (Marchand, H. 2001 : 157).
A improdutividade é outra das características desta fase, leva o idoso a sentir-se incapaz e inútil no que concerne à sua contribuição para a sociedade. A senilidade e a decadência física também lhe são associadas, e por este motivo a dependência e necessidade de cuidados por parte de terceiros é quase certa. Na sociedade actual, a solidão e negligência que esta faixa etária sofre é cada vez mais notória levando a depressões constantes. (Quantos de nós não ouvimos na comunicação social a notícia de uma idosa que foi encontrada morta, em casa, nove anos depois e ninguém deu pela falta? *2 ) O tempo é escasso para todos, e estes filhos já não conseguem dar resposta aos cuidados que os pais precisam. O estado, também tem a sua quota-parte da culpa na medida em que não é capaz de definir medidas, estratégias e/ou programas que protejam e cuidem dos nossos idosos. Diz-se que os velhos voltam a ser bebés, e esta situação constata-se nos cuidados que cada uma destas faixas etárias exige. As grandes semelhanças entre os idosos e os bebés estão precisamente na atenção e cuidados que ambos requerem.
Nos dois primeiros anos de vida o desenvolvimento da criança é complexo, dinâmico, acentuado, importante, e baseia-se na satisfação das suas necessidades fisiológicas primárias. O recém-nascido dito normal, isto é, sem qualquer tipo de deficiência, está dotado e exerce as suas capacidades físicas e sensoriais (olfacto, paladar, audição, visão e tacto). Numa segunda fase, e devido à evolução da sua estrutura corporal e curiosidade pelo meio que o rodeia, sofre grandes modificações tais como o gatinhar, sentar, andar e falar. O desenvolvimento cognitivo da criança inicia-se, segundo Piaget, desde o nascimento da mesma até aos 18-24 meses, subdividindo-se em seis subestádios. Nesta fase o indivíduo é ainda um ser indefeso, dependente e com capacidades cognitivas limitadas. O seu desenvolvimento depende da transacção dos afectos e do modo como se sente amado, sendo que a vinculação é a palavra-chave de todo o processo inicial desta fase. “A vida familiar é pois, crucial para o seu desenvolvimento. A família constitui-se como o primeiro agente de socialização e como tal é a família e/ou substitutos (creche), que compete responder às necessidades da criança, ou seja, às suas prioridades estruturais.” (Oliveira, M & Cunha, M. (…):32). A atitude familiar perante comportamentos anti-sociais, é essencial para regulamentar e desenvolver as competências sociais da criança. É nesta altura que o ser humano adquire a base de aprendizagem da sua vida futura. “As emoções são os grandes organizadores das nossas mentes e é no berço que as emoções se organizam e regulam (Karr-Morse & Wiley, 1997). Para Vygotsky, a interacção social do indivíduo conjuntamente com o meio em que está inserido, estão directamente relacionados com o seu desenvolvimento cognitivo. É a Zona de Desenvolvimento Proximal, que vai funcionar como motor e fornecer as ferramentas necessárias para a conquista da independência e capacidade de resiliência na formação do indivíduo. No modelo bioecológico de Bronfenbrenner o desenvolvimento do indivíduo depende igualmente destas interacções, mas nesta visão os ambientes deixam de ser estruturas estáticas, passando a ser como as matrioskas russas - estruturas encaixadas em outras afectando em simultâneo o desenvolvimento e capacidade de aprendizagem do indivíduo. Estas estruturas foram designadas, pelo autor, de micro-, meso, exo-, macro– e cronossistema, e nelas estão contidas, o próprio indivíduo e os seus pares, a família, a escola, a comunidade e o tempo.
No período pré-escolar; dos 2 aos 6 anos o desenvolvimento continua a ser acelerado, desde as mudanças físicas passando pela forma como pensa e age. A evolução é um processo organizado sendo que a independência e autonomia é mais evidente na criança de 5 anos do que na criança de dois anos. No período escolar; dos 6 aos 12 anos, as capacidades físicas estão mais aperfeiçoadas, as capacidades de aprendizagem ocorrem com relativa velocidade e o pensamento torna-se menos intuito e mais lógico. A criança tem um papel fundamental na família e na sociedade. A criança de hoje será o adulto de amanhã. A forma como educamos as nossas crianças é determinante para o tipo de sociedade em que vivemos e viveremos no futuro. Educar para formar cidadãos conscientes e responsáveis é a obrigação de todos nós. Depois de sabermos e passarmos por todas estas fases, como podemos equacionar a questão de voltar atrás? Crescer dói, tanto fisicamente como psicologicamente. Certo é que ninguém pretende passar pela dor que já passou. Se pudéssemos escolher e passar apenas pelas fases boas da vida, sim, isto sim, mas não é possível. Todas as fases ordenadas por que o indivíduo passa têm a sua razão de existir.
Vivemos num mundo em que “lutamos contra o tempo, contra a degradação.” Tentamos encontrar o “elixir da vida”, sem sucesso. Ao nascermos velhos não seríamos automaticamente sujeitos a um processo de rejeição? E como seria ensinar uma criança com características de velho? Seria possível ensinar com sucesso e ao mesmo ritmo uma criança senil e doente? Certo é que o processo seria muitíssimo mais lento e menos eficaz. O processo de ensino seria efectuado por quem? Pelo idoso com características de bebés? Não estaríamos mais interessadas em brincar com o “brinquedo” acabado de nascer?
Hoje em dia já há características típicas dos indivíduos idosos que podem ser atenuadas. A ciência já consegue, curar doenças e, através de cirurgia ou técnicas mais ou menos evoluídas, devolver alguma juventude a quem anseia por ela. As rugas são sinónimo de velhice e ninguém quer ser velho. A sociedade de hoje tende a alterar valores e a parte estética no ser humano é cada vez mais valorizada. Mas o ser humano não é apenas exterior é essencialmente interior. As rugas internas ninguém as consegue tirar, são marcas que conferem riqueza ao ser humano. A essência da vida é vivê-la na sua plenitude e aproveitar tudo o que de bom ela nos traz, e aceitar com naturalidade, o fim para que todos nascemos, a morte.
BIBLIOGRAFIA:
Gomes, P. (2004) Análise Psicológica O que é ser criança? Da genética ao comportamento
Marchand, H. (2001) A sabedoria – Psicologia do Desenvolvimento
Oliveira, M. & Cunha, M. (…) Infância e Desenvolvimento
Silva, L. (2008) Da velhice à terceira idade: o percurso histórico das identidades atreladas ao processo de envelhecimento
Tavares, J., Pereira, A, Gomes, A., Monteiro, S., Gomes, A. (2007). Manual de Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem, Porto Editora
SITES CONSULTADOS:
http://pt.scribd.com/doc/25311524/Teoria-Sociocultural-de-Vygotski
*1 http://www.porraman.com/2009/01/o-curioso-caso-de-benjamin-button-the-curious-case-of-benjamin-button/
*2http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/rinchoa-idosa-morta-casa-psp-tvi24/1231920-4071.html
Tarefa 2
No meu percurso de trabalho, nesta unidade curricular, as dificuldades de acompanhamento foram reais. O esforço contínuo para corresponder às tarefas propostas foi extenuante e nem sempre o acompanhamento das tarefas foi conseguido com a velocidade proposta. A gestão do tempo é uma componente essencial do ensino online assíncrono e todas as tarefas propostas têm prazos a ser obrigatoriamente cumpridos. Claro que com muito esforço e espírito de sacrifício tudo se consegue, e acredito que não terei sido a única aluna a fazê-lo. Por vezes a vida familiar fica para segundo plano, mas há que estabelecer prioridades e tentar compensar depois o que não se conseguiu no momento certo.
No início do período lectivo, e mais propriamente nesta unidade curricular, o diagnóstico acerca dos pré-requisitos foi essencial para um conhecimento prévio do que se sabia ou não sobre esta matéria. Havia conhecimentos que tinha como verdades absolutas e que ao longo do percurso e das matérias abordadas se foram dissipando, e outros conhecimentos foram ganhando força.
Todos os conteúdos abordados foram devidamente complementados com materiais (textos, publicações, ferramentas multimédia e outros), que funcionaram como base de estudo e como uma mais-valia para os conhecimentos adquiridos. De todos os aspectos, o que considerei mais importantes e mais valiosos foram as ferramentas multimédia que não conhecia e que foram de extrema importância para conhecimento da minha capacidade cognitiva e metacognitiva. No meu entender, ouve algumas partes em que perguntas de âmbito mais pessoal interferiram com a minha capacidade de resposta (nomeadamente nas perguntas referentes ao guião do filme babies).
A metodologia de trabalho, no meu entender, foi adequada, isto porque ao elevar a fasquia no que concerne ao volume de trabalho pedido, e ao número de trabalhos propostos levou os alunos a envolverem-se mais afincadamente para não perderem o ritmo nem “o fio a meada”.
Quanto ao método de avaliação não tenho nada a apontar nesta unidade curricular. O professor enquanto profissional de educação tem formação, capacidade, e autonomia pedagógica para saber avaliar, senão não estaria a desempenhar funções de tamanha competência e responsabilidade.
Silvia Leite UA
Psicologia do Desenvolvimento
quinta-feira, 2 de junho de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
E_FOLIO A
Questão 1
Biografia:
Charles Robert Darwin, nasceu sob a nacionalidade britânica, a 12 de Fevereiro de 1809, no seio de uma família abastada.
O seu pai era médico e a sua mãe faleceu quando ele tinha ainda tenra idade (oito anos).
Depois de se ter formado em História Natural no ano de 1831, um seu professor de nome John Stevens Henslow, indicou-o para a realização de uma viagem de trabalho num barco inglês de nome HMS Beagle.
A viagem do Beagle, que tinha como objectivo mapear a costa da América do Sul, durou 4 anos e nove meses, durante os quais Darwin, observou meticulosamente a natureza que o rodeava, e das notas detalhadas que tomou, realizou um estudo sobre a diversificação das espécies levando-o mais tarde (1838) ao desenvolvimento da teoria da Selecção Natural.
Em 1839, depois de muito ponderar a ideia, casou com a sua prima Emma Wedgwood, com quem viria a conceber 10 filhos e com quem dividiu as suas ideias e receios sobre a divulgação da sua teoria sobre a transmutação das espécies, isto porque nos tempos de então esta ideia poderia ser vista como uma blasfémia, podendo inclusive acabar com a sua reputação e levá-lo à ruína.
Mas, é no ano de 1859, após informação de que um outro cientista iria publicar um estudo semelhante, que Darwin decide publicar o seu livro “On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or The Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life” em que discretamente introduz a Teoria Evolucionista, em oposição às teorias Criacionistas da época.
O livro esgota rapidamente, e o impacto que o livro causa na comunidade científica, é de tal ordem que altera todos os conhecimentos básicos da ciência biológica, e perdura até aos dias de hoje.
Darwin, dedicou toda a sua vida aos estudos científicos, os quais deram origem à publicação de vários outros livros e artigos, vindo a falecer no ano de 1882, aos 73 anos de idade.
Contributo das ideias de Darwin para a Psicologia do Desenvolvimento
Este reconhecido cientista do campo da História Natural deixou-nos um importante legado.
“O homem ainda traz em sua estrutura física a marca indelével de sua origem primitiva” Darwin
Depois de divulgadas as teorias de Darwin sobre a evolução das espécies, várias ciências, entre as quais a Biologia e Antropologia, alteraram as suas concepções sobre a raça humana. Também a Psicologia, principalmente nos seus primeiros estudos sobre mente e comportamento, foi influenciada pela Teoria Evolutiva.
“A ideia de que não havia uma clara separação entre homens e animais faria com que Darwin fosse lembrado como aquele que removeu o homem da posição privilegiada que ocupava no universo”. 1
Segundo Darwin, os indivíduos melhor adaptados ao ambiente, prevalecem sobre os indivíduos menos adaptados. Desta forma, também as populações mudam e adquirem outras características, originando estudos que vão ao encontro do campo da Psicologia do Desenvolvimento.
Para além da observação científica de plantas e animais, também Darwin se dedicou à observação científica do crescimento do seu filho, esta observação deu origem a um artigo “A Biographical Sketch of an Infant”, publicado no ano de 1877, relatando dois tipos de comportamento: o comportamento que é inato e comportamento que é adquirido.
Em suma, podemos dizer que Darwin nos deixou um legado que resultou no despertar do interesse dos cientistas para o estudo das diferenças individuais. Na Psicologia do Desenvolvimento este estudo é abordado durante todo o ciclo de vida do ser humano, analisando o desenvolvimento, comportamento, situações e mudanças que ocorrem durante todo este ciclo.
“Determinismo ou livre arbítrio; natureza ou cultura; genes ou ambiente. Essas são as principais polémicas que envolvem o legado de Darwin para a Psicologia e continuam até hoje” 2
Bibliografia:
1 http://wikipedia.org/wiki/Charles_Darwin
2 http://www.conversadepsicologo.com/2009/02/psicologia-darwin/
http://www.vidaslusofonas.pt/charles_darwin.htm
http://fotolog.terra.com.br/neuropsicologia
Revista LER, (Fevereiro 2009)
Questão 2 - PLANIFICAÇÃO DA SESSÃO DE FORMAÇÃO SOB O TEMA: A Psicologia do Desenvolvimento e os Profissionais de Educação
Comunicador: Sílvia Leite – Técnica de Educação (Formação Pedagógica para Formadores)
Metodologia de Trabalho: Didáctica e expositiva, tendo como base a linguagem scriptovisual (palavra/guião e imagem).
Destinatários: Professores/formadores e responsáveis educacionais
Local: Numa instituição educacional
Duração: No espaço de + ou - 60m, em Abril de 2011
Recursos: Comunicação/dissertação oral subordinada ao tema “A Psicologia do Desenvolvimento e os Profissionais de Educação”
Como complemento da dissertação oral são utilizados instrumentos multimédia (Vídeos).
Objectivos: Projecto elaborado para realização de uma sessão de informação/esclarecimento sobre a importância que o conhecimento da Psicologia do Desenvolvimento pode ter sobre os indivíduos, tendo em conta o público-alvo a que se destina (Quanto maior for o conhecimento nesta área maior a probabilidade de encontrar a solução para o problema). A escolha deste grupo, para a realização deste projecto, prende-se com o facto de muitas vezes, estes profissionais não estarem ainda preparados para intervir convenientemente em situações de risco e em situações de dia-a-dia de trabalho. Espera-se que estes professores/formadores/responsáveis educacionais adquiram conhecimentos sobre a Problemática - Desenvolvimento/Comportamento/Aprendizagem - evidenciadas pelos alunos em diferentes faixas etárias, para que lhes permita fazer um planeamento eficaz de situações, a fim de encontrarem solução para problemas que podem decorrer em contexto escolar.
Sequência (Guião):
Introdução
Os problemas de aprendizagem e os distúrbios do comportamento humano são, sem dúvida, importantes assuntos que dizem respeito aos professores, visto que toda a acção pedagógica desencadeada na escola está voltada para o aprender, e diferentes comportamentos e atitudes frente ao processo educativo manifestados pelos alunos em sala de aula requerem do professor conhecimentos mais aprofundados para uma acção pedagógica efectiva. (In UNIrevista – Vol. 1, nº 2: -Abril 2006)
1 – Apresentação da História da Psicologia do Desenvolvimento na Educação; – Visionamento de Vídeo 1- http://www.youtube.com/watch?v=H20nVkANYf4 – 3 minutos
2 – Demonstra o porquê da importância da Psicologia do Desenvolvimento no processo educativo; Visionamento de Vídeo 2 - http://www.youtube.com/watch?v=Gwy0Txo8IOk – 2 minutos
3 - Delimita grupos etários (criança, adolescente, adulto e idoso) e apresenta as representações sociais dos mesmos; Visionamento de Vídeo 3 -http://www.youtube.com/watch?v=UYi0DXULD0I&feature=related – 7 minutos
4 – Apresentação de uma situação concreta na comunidade escolar - Educação e Necessidades Especiais; Visionamento de Vídeo 4 - http://www.youtube.com/watch?v=zvN1vmbJ4nw&feature=related – 5 minutos
5 – O senso comum e situações de inadequação das mesmas no processo formativo; - 5 minutos
6 - A importância do conhecimento das teorias implícitas sobre o desenvolvimento humano; - 5 minutos
7 - A importância da metacognição no processo de aprendizagem; - 5 minutos
8 - Postura do educador, percepção de situações, e abordagem eficaz no desempenho das suas funções; - 5 minutos
9 – Espaço Reservado a Debate - 20 minutos
Justificação das opções de conteúdo do guião no que concerne aos pontos 1, 2, 3 e 4:
Recorrendo a uma linguagem mista com instrumentos multimédia (vídeos) pretende-se sensibilizar o público-alvo para a importância da Psicologia na área educativa através do vídeo - O Psicólogo Educador - Preparador de Vidas. Demonstra-se também, através de imagens, como esta ciência iniciou, o percurso que tomou até à actualidade e as respectivas áreas de intervenção. Pretende-se que o público-alvo desta sessão de formação verifique que os diferentes grupos etários acarretam problemáticas diferenciadas e próprias de cada idade. Através do vídeo 4 podemos verificar que ainda há uma outra situação a ter em conta na sala de aula – os grupos com necessidades educativas especiais.
Justificação das opções de conteúdo do guião no que concerne aos pontos 5, 6 e 7:
Quantas vezes ouvimos o ditado popular “Burro velho não aprende línguas”? ou “Quem sai aos seus não degenera”?
Ora, imaginemos que um professor se deixasse levar por estes ditos populares; Que seria do aluno? Quem o ensinaria, se “à priori” já teriam desistido da tarefa? O senso comum assenta em preconceitos (pré-conceitos – teorias implícitas), e nem sempre estes conceitos se adequam à realidade, advêm de crenças e tradições, e aceites pela população em geral.
É um conhecimento preso às aparências e subjectivo uma vez que envolve os interesses, as emoções e os valores de quem observa. Trata-se de um conhecimento espontâneo, fragmentado, parcial e restrito do qual se extraem generalizações imprecisas e ilegítimas.” … ”Como o trabalho em educação …implica sempre o estabelecimento de relações, parece importante que examinemos as nossas teorias e saibamos o que é que, na nossa prática, depende delas. (Texto 3, Pág. 2– UAB -Educação e Psicologia do Desenvolvimento, 2011)
A metacognição é um processo que lida com a dimensão emocional, motivacional, desânimo e auto-regulação, e leva a que a pessoa conheça as suas capacidades e limitações com o objetivo de obter melhores resultados no seu processo de aprendizagem.
Ao integrarmos o conceito de metacognição no processo educativo o professor, ao reflectir sobre o seu próprio processo de aprendizagem estará mais consciente da sua forma de aprender, para assim saber o que vai ensinar e como o fazer. Estará também mais consciente que no próprio aluno este processo também ocorre.
Justificação das opções de conteúdo do guião no que concerne ao ponto 8:
Nesta apresentação, é de referir o contributo a Psicologia do Desenvolvimento pode dar, uma vez que, efectivamente, há uma ligação directa entre desenvolvimento e aprendizagem. Este contributo vem reforçar e articular todos os conhecimentos detidos pelo professor e desta forma compor o seu saber, sempre na busca de respostas à variedade de situações que o mesmo enfrenta dentro da sala de aula e/ou fora dela.
O professor quando inicia a sua vida activa ainda não se encontra preparado para a realidade da sala de aula. Todas as decisões do professor dentro do contexto escolar vão reflectir-se na comunidade escolar mais concretamente na aprendizagem do aluno. Estar consciente dos conteúdos que alberga a Psicologia do Desenvolvimento favorece o desempenho do formador, e funciona como uma mais-valia - ferramenta que o mesmo poderá usar no desempenho das suas funções. Não podemos encarar a Psicologia do Desenvolvimento como o remédio milagroso para a cura da enfermidade de que o ensino padece (dificuldades na aprendizagem), deverá sim, ser encarada como um alicerce de conhecimentos para adoptar em todas as áreas que o bom processo educativo exige.
Bibliografia:
Bergamo, R., Romanowski, J., (Abril 2006) Concepções de professores sobre a disciplina de Psicologia da educação na formação docente, UNIrevista – Vol.1, n.º2
Lima, E, (1990) O conhecimento psicológico e suas relações com a educação, Em Aberto, Brasília ano 9, n.º 48, Out. Dez.
Romanowski, J., Rosenau, L., (n.d.) A Contribuição dos Processos Metacognitivos na Formação do Pedagogo, Revista InterSaberes
Tavares, J., Pereira, A, Gomes, A., Monteiro, S., Gomes, A. (2007). Manual de Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem, Porto Editora
Texto 3, Pág. 2– UAB -Educação e Psicologia do Desenvolvimento, 2011
Vídeos:
http://www.youtube.com/watch?v=H20nVkANYf4
http://www.youtube.com/watch?v=Gwy0Txo8IOk
http://www.youtube.com/watch?v=UYi0DXULD0I&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=zvN1vmbJ4nw&feature=related
Biografia:
Charles Robert Darwin, nasceu sob a nacionalidade britânica, a 12 de Fevereiro de 1809, no seio de uma família abastada.
O seu pai era médico e a sua mãe faleceu quando ele tinha ainda tenra idade (oito anos).
Depois de se ter formado em História Natural no ano de 1831, um seu professor de nome John Stevens Henslow, indicou-o para a realização de uma viagem de trabalho num barco inglês de nome HMS Beagle.
A viagem do Beagle, que tinha como objectivo mapear a costa da América do Sul, durou 4 anos e nove meses, durante os quais Darwin, observou meticulosamente a natureza que o rodeava, e das notas detalhadas que tomou, realizou um estudo sobre a diversificação das espécies levando-o mais tarde (1838) ao desenvolvimento da teoria da Selecção Natural.
Em 1839, depois de muito ponderar a ideia, casou com a sua prima Emma Wedgwood, com quem viria a conceber 10 filhos e com quem dividiu as suas ideias e receios sobre a divulgação da sua teoria sobre a transmutação das espécies, isto porque nos tempos de então esta ideia poderia ser vista como uma blasfémia, podendo inclusive acabar com a sua reputação e levá-lo à ruína.
Mas, é no ano de 1859, após informação de que um outro cientista iria publicar um estudo semelhante, que Darwin decide publicar o seu livro “On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or The Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life” em que discretamente introduz a Teoria Evolucionista, em oposição às teorias Criacionistas da época.
O livro esgota rapidamente, e o impacto que o livro causa na comunidade científica, é de tal ordem que altera todos os conhecimentos básicos da ciência biológica, e perdura até aos dias de hoje.
Darwin, dedicou toda a sua vida aos estudos científicos, os quais deram origem à publicação de vários outros livros e artigos, vindo a falecer no ano de 1882, aos 73 anos de idade.
Contributo das ideias de Darwin para a Psicologia do Desenvolvimento
Este reconhecido cientista do campo da História Natural deixou-nos um importante legado.
“O homem ainda traz em sua estrutura física a marca indelével de sua origem primitiva” Darwin
Depois de divulgadas as teorias de Darwin sobre a evolução das espécies, várias ciências, entre as quais a Biologia e Antropologia, alteraram as suas concepções sobre a raça humana. Também a Psicologia, principalmente nos seus primeiros estudos sobre mente e comportamento, foi influenciada pela Teoria Evolutiva.
“A ideia de que não havia uma clara separação entre homens e animais faria com que Darwin fosse lembrado como aquele que removeu o homem da posição privilegiada que ocupava no universo”. 1
Segundo Darwin, os indivíduos melhor adaptados ao ambiente, prevalecem sobre os indivíduos menos adaptados. Desta forma, também as populações mudam e adquirem outras características, originando estudos que vão ao encontro do campo da Psicologia do Desenvolvimento.
Para além da observação científica de plantas e animais, também Darwin se dedicou à observação científica do crescimento do seu filho, esta observação deu origem a um artigo “A Biographical Sketch of an Infant”, publicado no ano de 1877, relatando dois tipos de comportamento: o comportamento que é inato e comportamento que é adquirido.
Em suma, podemos dizer que Darwin nos deixou um legado que resultou no despertar do interesse dos cientistas para o estudo das diferenças individuais. Na Psicologia do Desenvolvimento este estudo é abordado durante todo o ciclo de vida do ser humano, analisando o desenvolvimento, comportamento, situações e mudanças que ocorrem durante todo este ciclo.
“Determinismo ou livre arbítrio; natureza ou cultura; genes ou ambiente. Essas são as principais polémicas que envolvem o legado de Darwin para a Psicologia e continuam até hoje” 2
Bibliografia:
1 http://wikipedia.org/wiki/Charles_Darwin
2 http://www.conversadepsicologo.com/2009/02/psicologia-darwin/
http://www.vidaslusofonas.pt/charles_darwin.htm
http://fotolog.terra.com.br/neuropsicologia
Revista LER, (Fevereiro 2009)
Questão 2 - PLANIFICAÇÃO DA SESSÃO DE FORMAÇÃO SOB O TEMA: A Psicologia do Desenvolvimento e os Profissionais de Educação
Comunicador: Sílvia Leite – Técnica de Educação (Formação Pedagógica para Formadores)
Metodologia de Trabalho: Didáctica e expositiva, tendo como base a linguagem scriptovisual (palavra/guião e imagem).
Destinatários: Professores/formadores e responsáveis educacionais
Local: Numa instituição educacional
Duração: No espaço de + ou - 60m, em Abril de 2011
Recursos: Comunicação/dissertação oral subordinada ao tema “A Psicologia do Desenvolvimento e os Profissionais de Educação”
Como complemento da dissertação oral são utilizados instrumentos multimédia (Vídeos).
Objectivos: Projecto elaborado para realização de uma sessão de informação/esclarecimento sobre a importância que o conhecimento da Psicologia do Desenvolvimento pode ter sobre os indivíduos, tendo em conta o público-alvo a que se destina (Quanto maior for o conhecimento nesta área maior a probabilidade de encontrar a solução para o problema). A escolha deste grupo, para a realização deste projecto, prende-se com o facto de muitas vezes, estes profissionais não estarem ainda preparados para intervir convenientemente em situações de risco e em situações de dia-a-dia de trabalho. Espera-se que estes professores/formadores/responsáveis educacionais adquiram conhecimentos sobre a Problemática - Desenvolvimento/Comportamento/Aprendizagem - evidenciadas pelos alunos em diferentes faixas etárias, para que lhes permita fazer um planeamento eficaz de situações, a fim de encontrarem solução para problemas que podem decorrer em contexto escolar.
Sequência (Guião):
Introdução
Os problemas de aprendizagem e os distúrbios do comportamento humano são, sem dúvida, importantes assuntos que dizem respeito aos professores, visto que toda a acção pedagógica desencadeada na escola está voltada para o aprender, e diferentes comportamentos e atitudes frente ao processo educativo manifestados pelos alunos em sala de aula requerem do professor conhecimentos mais aprofundados para uma acção pedagógica efectiva. (In UNIrevista – Vol. 1, nº 2: -Abril 2006)
1 – Apresentação da História da Psicologia do Desenvolvimento na Educação; – Visionamento de Vídeo 1- http://www.youtube.com/watch?v=H20nVkANYf4 – 3 minutos
2 – Demonstra o porquê da importância da Psicologia do Desenvolvimento no processo educativo; Visionamento de Vídeo 2 - http://www.youtube.com/watch?v=Gwy0Txo8IOk – 2 minutos
3 - Delimita grupos etários (criança, adolescente, adulto e idoso) e apresenta as representações sociais dos mesmos; Visionamento de Vídeo 3 -http://www.youtube.com/watch?v=UYi0DXULD0I&feature=related – 7 minutos
4 – Apresentação de uma situação concreta na comunidade escolar - Educação e Necessidades Especiais; Visionamento de Vídeo 4 - http://www.youtube.com/watch?v=zvN1vmbJ4nw&feature=related – 5 minutos
5 – O senso comum e situações de inadequação das mesmas no processo formativo; - 5 minutos
6 - A importância do conhecimento das teorias implícitas sobre o desenvolvimento humano; - 5 minutos
7 - A importância da metacognição no processo de aprendizagem; - 5 minutos
8 - Postura do educador, percepção de situações, e abordagem eficaz no desempenho das suas funções; - 5 minutos
9 – Espaço Reservado a Debate - 20 minutos
Justificação das opções de conteúdo do guião no que concerne aos pontos 1, 2, 3 e 4:
Recorrendo a uma linguagem mista com instrumentos multimédia (vídeos) pretende-se sensibilizar o público-alvo para a importância da Psicologia na área educativa através do vídeo - O Psicólogo Educador - Preparador de Vidas. Demonstra-se também, através de imagens, como esta ciência iniciou, o percurso que tomou até à actualidade e as respectivas áreas de intervenção. Pretende-se que o público-alvo desta sessão de formação verifique que os diferentes grupos etários acarretam problemáticas diferenciadas e próprias de cada idade. Através do vídeo 4 podemos verificar que ainda há uma outra situação a ter em conta na sala de aula – os grupos com necessidades educativas especiais.
Justificação das opções de conteúdo do guião no que concerne aos pontos 5, 6 e 7:
Quantas vezes ouvimos o ditado popular “Burro velho não aprende línguas”? ou “Quem sai aos seus não degenera”?
Ora, imaginemos que um professor se deixasse levar por estes ditos populares; Que seria do aluno? Quem o ensinaria, se “à priori” já teriam desistido da tarefa? O senso comum assenta em preconceitos (pré-conceitos – teorias implícitas), e nem sempre estes conceitos se adequam à realidade, advêm de crenças e tradições, e aceites pela população em geral.
É um conhecimento preso às aparências e subjectivo uma vez que envolve os interesses, as emoções e os valores de quem observa. Trata-se de um conhecimento espontâneo, fragmentado, parcial e restrito do qual se extraem generalizações imprecisas e ilegítimas.” … ”Como o trabalho em educação …implica sempre o estabelecimento de relações, parece importante que examinemos as nossas teorias e saibamos o que é que, na nossa prática, depende delas. (Texto 3, Pág. 2– UAB -Educação e Psicologia do Desenvolvimento, 2011)
A metacognição é um processo que lida com a dimensão emocional, motivacional, desânimo e auto-regulação, e leva a que a pessoa conheça as suas capacidades e limitações com o objetivo de obter melhores resultados no seu processo de aprendizagem.
Ao integrarmos o conceito de metacognição no processo educativo o professor, ao reflectir sobre o seu próprio processo de aprendizagem estará mais consciente da sua forma de aprender, para assim saber o que vai ensinar e como o fazer. Estará também mais consciente que no próprio aluno este processo também ocorre.
Justificação das opções de conteúdo do guião no que concerne ao ponto 8:
Nesta apresentação, é de referir o contributo a Psicologia do Desenvolvimento pode dar, uma vez que, efectivamente, há uma ligação directa entre desenvolvimento e aprendizagem. Este contributo vem reforçar e articular todos os conhecimentos detidos pelo professor e desta forma compor o seu saber, sempre na busca de respostas à variedade de situações que o mesmo enfrenta dentro da sala de aula e/ou fora dela.
O professor quando inicia a sua vida activa ainda não se encontra preparado para a realidade da sala de aula. Todas as decisões do professor dentro do contexto escolar vão reflectir-se na comunidade escolar mais concretamente na aprendizagem do aluno. Estar consciente dos conteúdos que alberga a Psicologia do Desenvolvimento favorece o desempenho do formador, e funciona como uma mais-valia - ferramenta que o mesmo poderá usar no desempenho das suas funções. Não podemos encarar a Psicologia do Desenvolvimento como o remédio milagroso para a cura da enfermidade de que o ensino padece (dificuldades na aprendizagem), deverá sim, ser encarada como um alicerce de conhecimentos para adoptar em todas as áreas que o bom processo educativo exige.
Bibliografia:
Bergamo, R., Romanowski, J., (Abril 2006) Concepções de professores sobre a disciplina de Psicologia da educação na formação docente, UNIrevista – Vol.1, n.º2
Lima, E, (1990) O conhecimento psicológico e suas relações com a educação, Em Aberto, Brasília ano 9, n.º 48, Out. Dez.
Romanowski, J., Rosenau, L., (n.d.) A Contribuição dos Processos Metacognitivos na Formação do Pedagogo, Revista InterSaberes
Tavares, J., Pereira, A, Gomes, A., Monteiro, S., Gomes, A. (2007). Manual de Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem, Porto Editora
Texto 3, Pág. 2– UAB -Educação e Psicologia do Desenvolvimento, 2011
Vídeos:
http://www.youtube.com/watch?v=H20nVkANYf4
http://www.youtube.com/watch?v=Gwy0Txo8IOk
http://www.youtube.com/watch?v=UYi0DXULD0I&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=zvN1vmbJ4nw&feature=related
segunda-feira, 21 de março de 2011
6 - Após leitura/reflexão artigo «Represent.sobre des humano»,apresente as representações sociais identific.pela autora sobre os diferentes Grup.Etár
A autora do artigo (Angela Maria de Oliveira Almeida) apresenta as seguintes representações sociais:
1 - CRIANÇA - Associada a brincadeiras, inocência e dependência.
2 - ADOLESCENTE - Associado a transformações no corpo, crises existenciais e sexualidade.
3 - ADULTO - Associado a produtividade, trabalho e estabilidade.
4 - IDOSO - Associado a sabedoria e experiência.
1 - CRIANÇA - Associada a brincadeiras, inocência e dependência.
2 - ADOLESCENTE - Associado a transformações no corpo, crises existenciais e sexualidade.
3 - ADULTO - Associado a produtividade, trabalho e estabilidade.
4 - IDOSO - Associado a sabedoria e experiência.
5 - Qual é a importância da metacognição no processo de aprendizagem?
Metacognição: "...conceito introduzido por Flavell no início da década de 70 para definir o conhecimento sobre os próprios processos e produtos cognitivos, confere à inteligência um carácter multidimensional abarcando aspectos tão díspares como motivação, emoções, desânimo aprendido (Dweck 1986)e autoregulação (Zimmerman 1989)."
Segundo a dimensão construtivista, este é um conceito que nos dá a "Noção de aluno como aprendiz activo, ou seja, que auto-regula a sua própria aprendizagem."
Constituindo deste modo "...um enquadramento teórico e prático que permite aos professores optimizar o desenvolvimento das competências dos seus alunos."
Segundo a dimensão construtivista, este é um conceito que nos dá a "Noção de aluno como aprendiz activo, ou seja, que auto-regula a sua própria aprendizagem."
Constituindo deste modo "...um enquadramento teórico e prático que permite aos professores optimizar o desenvolvimento das competências dos seus alunos."
2 - Responda à questão colocada no texto 3: «Por que razão é importante conhecermos as nossas teorias implícitas sobre o desenvolvimento humano?»
"...é este saber (teorias implícitas) que orienta a nossa vida e regula as interacções sociais."..."Trata-se de um conhecimento espontâneo, fragmentado, parcial e restrito, do qual se extraem generalizações imprecisas e ilegítimas"
Na área da educação o estabelecmento de relações é muito importante e por este motivo é de todo o interesse examinar o efeito que estas teorias podem causar no que concerne às práticas educativas.
Tomemos como exempl. a "Teoria do Dom Natural"
"Na base desta teoria está a representação da inteligência como fenómeno desconhecido, como um dom inato e hereditário determinado biologicamente e observável em diferentes graus de sujeito para sujeito. Desta forma, a atribuição causal externa assumida por pais e professores permite-lhes adoptar um posicionamento de relativa distância, desresponsabilizando-se das situações em que ocorre o fracasso, e manter uma identidade social e profissional positiva."
Então temos que:
"A organização das representações dos professores sobre a inteligência e o seu desenvolvimento afecta não só as relações infrmais que mantêm com os alunos, mas também as suas estratégias didáticas explícitas"
Bibliografia consultada: Educação e psicologia do desenvolvimento - Texto 3
Na área da educação o estabelecmento de relações é muito importante e por este motivo é de todo o interesse examinar o efeito que estas teorias podem causar no que concerne às práticas educativas.
Tomemos como exempl. a "Teoria do Dom Natural"
"Na base desta teoria está a representação da inteligência como fenómeno desconhecido, como um dom inato e hereditário determinado biologicamente e observável em diferentes graus de sujeito para sujeito. Desta forma, a atribuição causal externa assumida por pais e professores permite-lhes adoptar um posicionamento de relativa distância, desresponsabilizando-se das situações em que ocorre o fracasso, e manter uma identidade social e profissional positiva."
Então temos que:
"A organização das representações dos professores sobre a inteligência e o seu desenvolvimento afecta não só as relações infrmais que mantêm com os alunos, mas também as suas estratégias didáticas explícitas"
Bibliografia consultada: Educação e psicologia do desenvolvimento - Texto 3
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